Dicas: Como acabar com o chulé

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Seus sapatos mais parecem armas de destruição em massa? Tudo tem solução, inclusive seu chulé violento.

Desde os tempos mais primórdios, o chulé está aí – para aporrinhar a vida de muitos homens. Para piorar a situação, o verão já chegando e quem não terá férias nessa época do ano para curtir um bom chinelo nas praias, tem a certeza de que sofrerá com o calor, seja em escritórios ou nas ruas. Mas, será que há como vencer um dos maiores monstros do universo masculino, capaz de “feder” com a vida de qualquer um? Sim, mas é preciso primeiramente entender as razões do surgimento da Bromidrose.

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“A Bromidrose é o suor que possui cheiro desagradável e intenso. Este odor decorre da ação das bactérias (corynebacterium) sobre o suor, sobretudo em axilas e pés. Por conta disso, o suor excessivo do corpo é o principal responsável pela maioria dos quadros e pode estar relacionado a alterações no organismo resultantes de problemas de tireóide, andropausa ou estresse”, aponta a dermatologista Márcia Grieco, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

Acontece que o suor produzido pelo corpo contém água e eletrólitos, que são os sais minerais, e não tem odor. O mau cheiro é provocado pela ação de bactérias que se alimentam do suor e de todo material que se encontra sobre a pele. A umidade faz com que elas se proliferem mais rapidamente. “E esta retenção do suor entre os dedos piora com o uso de meias sintéticas, sapatos de borracha ou plástico e quando não enxugamos bem os pés”, explica Márcia.

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Entretanto, ao contrário do que muita gente pensa, qualquer pessoa, independente da idade ou sexo, está suscetível ao problema. “Pessoas acima do peso e diabéticos podem ter bromidrose também nas dobras corporais por conta do acúmulo de suor, que também favorece o surgimento de micoses. Roupas inadequadas, justas, de fio sintético, calçados fechados e má higiene são fatores agravantes (inclusive a lavagem inadequada das roupas). O calor é outro fator ligado ao agravamento do problema”, explica.

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As soluções para o problema

Márcia explica que evitar os calçados e as meias de materiais sintéticos é uma boa iniciativa para reduzir a gravidade deste problema, optando assim sempre pelas meias de algodão – assim como os forros dos calçados, que devem ser de couro ou algodão. Sapatos abertos são os mais indicados, como sandálias, chinelos de couro ou pano, mas como todos sabem isso nem sempre é possível. Para esses casos, é fundamental usar sempre talcos antissépticos após o banho e colocar os calçados para secar em locais arejados e ensolarados.

 

Outro erro muito comum é o de usar o mesmo sapato todos os dias – isto é um verdadeiro crime à narina alheia. “Outras dicas para lidar com o problema são: lavar as áreas de dobras e enxugar bem (entre os dedos usar papel higiênico), usar sabonetes antissépticos e desodorantes antitranspirantes. Talco nos pés também ajuda porem não dispensam higiene rigorosa. Se coexistir micose, (descamação, vermelhidão, ou coceira) o medico poderá prescrever cremes antimicóticos. Às vezes são necessários também cremes de antibióticos.

 

Depois que este mal é cortado pela raiz, é muito comum o descarte de meias e calçados para evitar que o problema volte. É importante ressaltar que isso não é necessário, desde que a higienização do calçado seja bem feita. Já se você observar a existência de descamações entre os dedos, fissuras ou bolinhas, é fundamental procurar um dermatologista para checar a presença de fungos, micoses ou outras bactérias.

Fonte: areah

 

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