Notícias: Mãe tem bebê arrancado de seu útero, brutalmente, e acorda com abdômen aberto após seguir anúncio de internet

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Uma mulher do Colorado, nos EUA, teve seu bebê prestes a nascer arrancado de seu ventre por um estranho.

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  Michelle Wilkins, de 26 anos, estava grávida de oito meses, de seu parceiro Dan. Um dia, atendendo a uma publicidade de roupas para grávidas, foi até a casa de Dynel Lane. Chegando ao local desconhecido, ela foi nocauteada e sua barriga foi cortada. Quando ela acordou, teve que segurar seus órgãos internos que estavam expostos. Ela ligou para a emergência, sem saber que sua bebê, Aurora, tinha sido retirado do útero. “Eu tinha perdido muito sangue nesse ponto e eu estava tão atordoada que não sabia que ela tinha ido embora“, disse ela durante a entrevista.  Ela resolveu contar seu caso pela primeira vez, em um programa de TV, incluindo detalhes do ataque e o momento emocionante em que ela segurou a filha morta em seus braços.

Havia definitivamente um momento em que, depois de eu ter caído para a frente, estava segurando meu estômago, sentindo o sangue sair do meu corpo. Foi aí que eu tomei a decisão consciente de viver. Eu sabia que poderia perder a consciência em minutos, mas eu lutei e pedi ajuda”, relatou Michelle, que conseguiu subir em uma cama para fazer o telefonema.

Após o serviço de emergência chegar e a levar para o hospital, ela teve a chance de segurar seu bebê morto, que havia sido trazido para o mesmo hospital por Lane, que fingiu ser sua mãe.

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Ela também descreveu como foi o ataque terrível que a deixou à beira da morte na casa de Lane, contando que a mulher ofereceu algumas roupas a ela, e quando ela recusou as ofertas, foi atacada pela estranha. “Quando ela me atacou, ela atingiu minhas costas e foi muito agressiva. Virei-me e ela puxou minhas mãos para cima e perguntou o que eu estava fazendo. Eu respondi que queria sair, sem machucar ninguém. Comecei a andar em direção à porta, e ela agarrou-me, me empurrando para dentro da casa em direção ao banheiro. Ela me empurrou para um quarto no corredor, lutamos e ela continuou me dizendo que ela é que iria chamar a polícia para mim. Eu peguei o meu telefone e disse que ia chamar a polícia e aí que a verdadeira luta começou. Ela me jogou na cama e tentou me sufocar com o travesseiro. Ela quebrou alguma coisa sobre a minha cabeça e eu apenas senti um líquido escorrendo”, disse.

Lane se declarou inocente das oito acusações criminais, incluindo a rescisão ilegal da gravidez, tentativa de assassinato e agressão. Ela irá a julgamento no início de 2016, para responder por seus crimes. Ela admitiu ter cometido o crime de retirar o bebê do útero, de acordo com um relatório policial, mas alegou que ela tentou salvá-lo depois de Wilkins tentar esfaqueá-la. Ela teria dito a seu marido, em seguida, que a vítima tinha dado à luz nas escadas e eles levaram a criança para o hospital – em uma demonstração clara de desequilíbrio psicológico e descontrole gerado por alguma patologia mental em ter um bebê ou ficar grávida. Não ficou claro se o marido enfrentará alguma acusação, já que, supostamente, não participou do ataque e não chegou a ver a vítima desmaiada.

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Dynel Lane, acusada de cometer o crime brutal.

Michelle Wilkins mudou-se para outra cidade, logo após o acontecido, para ajudá-la a lidar com sua perda.

Fonte: jornalciencia

 

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